Thursday, July 17, 2008

Aplicativo de compra e venda para o Orkut

O site de classificados QueBarato, do Grupo BuscaPé, lança o mini-aplicativo Compra Comigo, para o Orkut.

O serviço permite que os usuários visualizem e exibam anúncios e troquem informações sobre produtos.

“Entre amigos e conhecidos, as chances de se concretizar uma venda tornam-se muito maiores e mais seguras. É a velha indicação pessoal de uma compra, transferida para as redes sociais”, diz Ronaldo Takahashi, diretor-executivo do Compra Comigo.

O anúncio no serviço é gratuito. O aplicativo conta com uma série de travas e restrições para evitar spams dentro das redes sociais e bloqueia usuários que, eventualmente, façam o cadastro de anúncios repetidos.

Links relacionados

- Compra Comigo
http://www.compracomigo.com.br/ccportal/

- QueBarato
http://www.quebarato.com.br/

Tuesday, May 06, 2008

Dia das Mães deve movimentar R$ 445 milhões no comércio eletrônico

Faturamento do varejo online deve aumentar 55% na data comemorativa

Segundo o acompanhamento que a e-bit faz do setor, o Dia das Mães deve movimentar, no período de 25 de abril a 11 de maio, aproximadamente R$ 445 milhões para o comércio eletrônico, o que representa um crescimento de cerca de 55% em relação ao faturamento obtido em 2007, que foi de R$ 287 milhões.

“O Dia das Mães é a data mais esperada pelos varejistas no 1° semestre, sendo a segunda data mais relevante em faturamento do ano, perdendo somente para o Natal. Em 2007, as vendas desse período representaram cerca de 19% do total do primeiro semestre, além de ter contabilizado o maior número de vendas: 1,6 milhões de pedidos”, afirma Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.

O grande volume de produtos com alto valor agregado nos carrinhos dos e-consumidores será um dos principais responsáveis pelo melhor desempenho do segmento. Além dos produtos mais característicos à data, como cestas de café da manhã, perfumes, cosméticos, flores e eletrodomésticos, espera-se que outras categorias tenham uma participação significativa nas vendas, como é o caso dos eletroportáteis, eletrônicos como televisores e aparelhos de som e telefonia celular.

O aumento do tíquete médio deve contribuir em muito para o elevado crescimento do setor, ficando cerca de 4 pontos percentuais a mais do que em 2007. É previsto que os adeptos ao comércio virtual gastem em suas compras pela internet uma média de R$ 315,00 contra R$ 304 no ano passado.

Para facilitar as compras dos filhos, as lojas virtuais apostam em brindes e descontos nessa época. Além do mais, muitas delas parcelam em até 12 vezes sem juros, não cobram frete e, para os indecisos, ainda oferecem a opção do vale presente para as mamães.

Tuesday, April 22, 2008

Wal-Mart vai entrar no setor de comércio eletrônico do Brasil

O Wal-Mart afirmou nesta quinta-feira que irá ingressar no setor de comércio eletrônico no Brasil ainda este ano, onde planeja investir 1,2 bilhões de reais para nutrir a crescente demanda no setor.

Hector Nunez, presidente-executivo do Wal-Mart no Brasil, disse que a entrada no comércio eletrônico é parte crucial da estratégia de crescimento da varejista norte-americana no país, onde o crescimento econômico está tirando milhões de pessoas da situação de pobreza.

"Nós estamos... entrando em novos canais, sendo mais importante o comércio eletrônico que irá ser lançado na segunda metade deste ano", disse ele em uma visita de campo em Salvador.

Nunez, que não quis dar mais detalhes do projeto do comércio eletrônico, também ressaltou que o Wal-Mart irá abrir 36 pontos de venda este ano no Brasil, quase o dobro que em 2007.

"Nós iremos continuar expandindo todos os nossos formatos", disse ele em discurso transmitido pela Internet.

O gigantesco investimento está focado para expandir as operações internacionais complementando seus negócios nos Estados Unidos, onde o crescimento está desacelerando à medida que a loja já está saturada em muitos mercados e operando em mais de 4.100 lojas.

As lojas do Wal-Mart tiveram 239,5 bilhões de vendas líquidas em seu último ano fiscal, subindo 6 por cento dos 226,3 bilhões de dólares no ano anterior, enquanto que as lojas Sam's Club venderam 44,36 bilhões de dólares, alta de quase 7 por cento dos 41,58 bilhões de dólares no ano anterior.

Em contraste, as vendas internacionais subiram 17 por cento para 90,6 bilhões de dólares, frente aos 77,1 bilhões de dólares no ano anterior.

"Claramente, os negócios internacionais se tornaram uma parte mais importante de nossa operações", disse Charles Holley, tesoureiro do Wal-Mart.

No Brasil, as vendas do Wal-Mart cresceram em um ritmo duas vezes mais rápido dos que nos Estados Unidos, atingindo 15 bilhões de reais em 2007.

O Wal-Mart ainda investiu fortemente para se expandir, ajudando a diminuir a diferença entre seus maiores rivais --o francês Carrefour e a varejista nacional Companhia Brasileira de Distribuição .

Com sua primeira loja no Brasil aberta em São Paulo, em 1995, o Wal-Mart tem hoje 314unidades em 17 dos 26 Estados do país. A varejista ainda procura se expandir para os estados centrais onde não possui lojas.

Monday, March 10, 2008

Bovespa fecha em queda de 1,76%, com temor de recessão nos EUA
B2W --empresa de comércio eletrônico- comunicou lucro líquido de R$ 62204 milhões, 56% a menos do que no ano anterior. Analistas apontaram que o lucro foi ...
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Take rate &#8213 Percentual de receita líquida sobre o volume total de ...
Somos líderes de mercado em comércio eletrônico na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, Uruguai e Venezuela, de acordo com números de ...
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MercadoLibre, Inc. atinge lucro líquido de 188% no 4T07, total de ...
Durante todo o ano, fortalecemos ainda mais a nossa posição de liderança no comércio eletrônico alcançando sólidos resultados financeiros e operacionais. ...
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Bovespa recua 1,3% e dólar atinge R$ 1,68; mercado espera ação do Fed
Entre outras notícias, ontem, após o encerramento dos negócios, a B2W --empresa de comércio eletrônico- comunicou lucro líquido de R$ 62204 milhões, ...
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Thursday, February 28, 2008

Notícias atualizadas

ti inside - São Paulo,SP,Brazil
Outro potencial está no comércio eletrônico que tem estimativas de 56% de crescimento esse ano”, afirmou. Torquato também não descarta a aquisição de novas ...
...
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E-commerce fora de casa
Info Corporate - São Paulo,SP,Brazil
maiores livrarias do país, estava perdendo tempo e dinheiro ao operar por conta própria toda a infra-estrutura de seu ambiente de comércio eletrônico.
...
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Tuesday, February 26, 2008

Com IPv6, empresas pontocom entram em nova fase

Nova versão do protocolo internet permite oferta de novos serviços e produtos

Bem antes da chegada do IPv6, as empresas pontocom deverão repensar seus modelos de negócios. Segundo analistas do mercado, com o surgimento de centenas de milhares de novos canais de acesso, novas propostas comerciais serão criadas, com reflexos nas companhias nascidas na web.

O t-commerce (comércio pela TV), por exemplo, deve aparecer com força assim que o mercado de TV digital estiver maduro, com recursos de interatividade. "Os processos de comércio eletrônico poderão ser afetados pela compra impulsiva diante da televisão", avalia Robson Oliveira, da IPv6 do Brasil.

Entretanto, as empresas online também poderão tirar grande proveito do novo protocolo. Com ele, será possível localizar de forma mais precisa o fluxo dos usuários que acessam serviços na rede, o que poderá ajudar na adequação de campanhas de marketing direto.

Wednesday, February 06, 2008

Glossário de SEO

A

Above the fold : Utilizado para descrever a área visualizada antes de ser utilizado o scroll.

Link absoluto : É o link que mostra o caminho completo (URL completa) da página para onde o link aponta. Em contraposição exites o Link relativo, que mostra um caminho relativo. Na maioria dos casos é preferível utilizar links absolutos.

AdCenter : É a rede cpc da Microsoft.

AdSense : É a rede de :contextual advertising: do Google

AdWords : É a rede de anúncios através de links patrocinados do Google. Funciona através de leilão.

Age (idade) : Alguns mecanismos de busca (e redes sociais) levam em consideração a idade de um determinado site para determinar o quão confiável ele é.

Alexa : Empresa da Amazon.com que visa medir o tráfego de websites.

AllTheWeb : Mecanismo de procura que foi criado pela empresa chamada Fast, depois comprada pela Overture que foi comprada pelo Yahoo.

ALT : Este é um atributo do HTML que permite dar nome / significado à imagens.

AltaVista : Mecanismo de procura comprado pela Overture antes da Overture ser comprada pelo Yahoo.

API : Aplication Program Interface : é uma série de padrões utilizados para criar um interface entre um ou mais softwares.

ASP : Active Server Pages, linguagem de programação para páginas web criada pela Microsoft.

Ask : É um mecanismo de procura que pertence ao InterActive Corp. Originalmente nomeado :Ask Jeeves:.

Autoridade (Authority) : É a habilidade de uma página ou domínio de rankear bem em mecanismos de procura. (Autoridade no assunto)

B

Backlink : Link apontando de um website para outro website.

Black Hat SEO : Técnicas :fora da lei: para rankeamento em mecanismos de procura. Estas técnicas visam enganar o mecanismo de procura para que determinado website possa rankear bem. Não é aconselhado o uso de técnicas Black Hat.

Bookmarks : É a habilidade de ser armazenar endereços web (URLs) em browsers. Existem websites como o Del.icio.us que oferecem um serviço similar.

Boolean search : É a busca em mecanismos de procura que leva em consideração os operadores lógicos (AND, OR e NOT). Por default os buscadores incluem o operador AND em cada busca.

Branded Keywords : São palavras associadas a uma determinada marca.

Breadcrumbs : É a navegação baseada em :caminho de pão:, veja o exemplo: Home -> Produtos -> Mp3

Broken Link : É o link quebrado, que não funciona.

C

Cachê : Copia de uma página armazenada geralmente em um mecanismo de procura.Quando você procura ago em um mecanismo de procura não está procurando na web, mas no banco de dados de um mecanismo de procura : no cachê do mecanismo.

CGI : Common Gateway Interface : é uma das tecnologias mais antigas para trabalhar com páginas dinâmicas.

Cloaking : É a técnica de mostrar conteúdo diferente para mecanismos de procura (bots) e internautas. É uma técnica Black Hat e completamente não recomendada.

CMS : Content Management System : É o famos gerenciador de conteúdo.

Cookie : É um pequeno pedaço de informação que pode ser escrito no computador do usuário por um website. Websites só podem ler cookies feitos pela mesma URL (ou seja, mesmo website). Estas inforções podem ser utilizadas para melhorar a experiência de navegação do interneuta.

Conteúdo duplicado : É a presença de um ou mais conteúdos copiados :ipsis literis: de outro website. Deve ser evitado pois pode levar à punição por parte do mecanismo de procura.

D

Dead Link : Link não funcional, mesma coisa que Broken Link.

De-indexing : Ser temporariamente ou permanentemente desindexado de um mecanisco de procura. Penalização.

DMOZ.org : É o maior diretório de conhecimento existente, pertence à AOL e é administrado por voluntários.

F

Feed : Muitos CMSs e Blogs permitem que o usuário assine seu fluxo se informações. Estas informações são entregue via XML e RSS.

Feed Reader : Programa para ler e decodificar as informações contidas em arquigos XML e RSS fornecidos pelo website.

H

Heading : Trata-se de um tipo de tag que pode ser utilizado para dar-se ênfase a certa parte do texto. É importante utilizar mas com cuidado.

Hidden text : Técnica de Seo Black Hat de criar textos que o internauta não vê mas que o buscador vê (por exemplo: texto na cor branca em um fundo branco).

.htacess : Arquivo do servidor Apache para geração de redirecionamentos e proteção de diretórios com senha.

I

Internal link : link feito dentro de um website, ou seja de uma página A para uma página B sendo que as duas pertencem ao mesmo website.

Inktomi : Mecanismo de procura pioreiro em links patrocinados comprado pelo Yahoo em 2002.

J

Javascript : Linguagem de programação que é executada pelo browser.

K

Keyword funnel : Trata-se do relacionamento entre as várias keywords utilizado pelo buscador para indexar conteúdo.
L

Landing page : Página por onde um visitante chega em um website.

Link building : É o processo de construção de links de alta qualidade para um determinado website. Afeta diretamente no Page Rank.

Link Farm : É o exercício de trocar links de forma programada para que exista ganho de Page Rank. Não deve ser utilizado pois trata-se de uma técnica Black Hat.

Link Popularity : A quantidade de links apontando para um determinado website.

M

Mercadosócios - Comunidade de afiliados do MercadoLivre que ganham dinheiro através da venda de produtos.

Meta description : Trata-se das descrição através das tags meta de um página ou website.

Meta keywords : Mesmo que Meta description apenas com palavras chave.

Meta refresh : Instrui o browser o intervalo de tempo entre um refresh e outro.

Meta tags : São as tags utilizadas para executar um Meta description, keywords ou refresh.

Mirror site : É um site espelho que geralmente existe por motivos de segurança ou para aumento de velocidade.

N

Natural search : Mesma coisa que SEO. É a busca natural.

Nofollow : Atributo que instrui o mecanismo de procura a não seguir determinado link. Desta forma não dando :autoridade: ao site linkado.

O

Organic search : Mesma coisa que Natural search

P

PageRank : Escala utilizada pelo Google que mede o grau de importância de determinado website.

Penalização : Quando um mecanismo de procura :penaliza: um determinado website retirando-o de sua listagem ou mudando de posição.

Poison Word : Palavras que são geralmente associadas a links de baixa qualidade.

R

Redirect : Método para avisar o mecanismo de procura e browaser de que o website se mudou ( vide 301)

Re-inclusão : É o processo de ser re-incluso nas listagens de um mecanismo de procura.

Referrer : O local de onde um internauta veio.

Robots.txt : Arquivo que fica na raiz de um website que instrui o buscador sobre quais os arquivos não indexar. Vide www.robotstxt.org

S

SmartAd - Formato de anuncio proprietário do MercadoLivre que leva em consideração uma série de fatores para otimizar as ofertas entregues ao internauta.

Search History : Muitos mecanismos de procura guardam o historio de procura de seus usuários, estes dados são utilizados para melhorar os algoritmos.

SEM : Search Engine Marketing

SEO : Search Engine Optimization

SERP : Search Engine Result Page

Site map : Arquivo no formato XML que é lido pelo mecanismo de procura e traz informações como: estrutura do website e nível de importância de cada página bem como a periodicidade em que atualiza.

T

Taxonony : Trata-se de um sistema de classificação de vocabulário utlizado para organizar assuntos, palavras, e links.

Technorati : Mecanismo de procura para blogs

Term Frequency : é a freqüência com que determinado termo é encontrado em uma página ou website.

U

URL : Universao Resouce Locator, é o endereço de um website ou página. Usability : É o conceito de criar websites que fornceam ao usuário uma experiência de navegação favorável.

W

Whois : Uma grande base de dados contendo informações sobre os donos do websites.

Wordpress : Software Open Source para criação e administração de blogs.

X

XML : eXtensible Markup Language : Linguagem utilizada pra transmissão de dados.

Friday, February 01, 2008

BuscaPé lança o Wiki2Buy, primeiro guia de compras colaborativo da Internet

A iniciativa baseia-se no padrão wiki, no qual os consumidores podem trocar informações sobre produtos, serviços e lojas de forma colaborativa O Grupo BuscaPé ( www.buscape.com.br ) apresenta mais um produto para auxiliar consumidores na hora de pesquisar produtos e decidiruma compra: o Wiki2Buy ( www.wiki2buy.com.br ), o primeiro guia de compras colaborativo da Internet.

O projeto do Wiki2Buy foi desenvolvido utilizando o MediaWiki, a mesma plataforma da Wikipédia, em que todos podem contribuir, criando e editando artigos com facilidade. No caso do Wiki2Buy, seu conteúdo é especifico sobre produtos, serviços, empresas e tudo que seja relacionado a uma tomada de decisão de compra

“Com essa nova iniciativa, queremos permitir a troca livre de informações sobre produtos entre todos os consumidores”, afirma Romero Rodrigues, fundador e presidente do BuscaPé.com Inc.( www.buscape.com ). “Essa coletividade permite a criação de um conteúdo vivo sobre decisão de compra. Quanto mais consumidores participam, mais as informações se tornam precisas, atualizadas e úteis”, conclui.

Os primeiros guias de produtos do Wiki2Buy foram criados com a colaboração de estudantes de jornalismo em uma parceira firmada com a Empresa Júnior da Fundação Cásper Líbero.O Wiki2Buy também traz informações sobre lojas e empresas, por isso, ele funciona também como um fórum de discussão sobre a reputação de lojas e a qualidade de seus serviços sobre os quais todos podem escrever e contribuir.

“Estamos sempre investindo para que o comércio eletrônico se consolide e seja visto como uma forma prática e segura de fazer compras. Recentemente anunciamos a aquisição da Pagamento Digital, plataforma de gerenciamento de pagamentos. Assim como ela, o Wiki2Buy junta-se às nossas propriedades como BuscaPé, Bondfaro, e-bit e QueBarato. Todas elas com o intuito de auxiliar o consumidor nas diferentes etapas de um processo de compra”, completa Rodrigues.Sobre o BuscaPé

Criador do serviço de busca de produtos e pesquisa de preços oferecido no site www.buscape.com.br desde junho de 1999, o Grupo BuscaPé.com ( www.buscape.com ) é formado por propriedades de mídia focadas no processo de decisão de compras do e-commerce latino-americano. Recebendo mais de 30 milhões de visitas todos os meses e presente em 28 Países, o BuscaPé é líder absoluto em decisão de compra na América Latina.

Suas principais propriedades são: BuscaPé ( www.buscape.com.br ): líder em comparação de preços, presente no Brasil, México, Argentina, Chile e Colômbia; o BuscaPé compara preços de mais de 7.000.000 de produtos vendidos por 60.000 empresas. É ainda responsável pelo shopping de mais de 100 portais, incluindo Microsoft MSN, Yahoo, Abril, Globo, Terra.

Bondfaro ( www.bondfaro.com.br ): líder em pesquisa e informações de produtos, o Bondfaro auxilia consumidores a decidirem qual o produto certo a se comprar. Com foco maior no produto, o site oferece vídeos e avaliações de especialistas próprios, assim como, dos próprios usuários.

e-bit ( www.ebit.com.br ): conquistou destaque no desenvolvimento do comércio eletrônico no Brasil sendo reconhecida como a mais respeitada fonte de informações de e-commerce com mais de 5,5 milhões de pesquisas coletadas desde 2000 em mais de 1.500 lojas virtuais afiliadas. A partir de 2008 amplia sua atuação na América Latina nos seguintes países: Argentina, Chile, Colômbia e México.

QueBarato! ( www.quebarato.com.br ): líder absoluto em classificados gratuitos, o recém lançado QueBarato está presente em 28 países, todos de língua hispânica ou portuguesa, permitindo que as pessoas anunciem seus produtos, serviços, automóveis e imóveis de forma rápida, eficiente e gratuita.

Tuesday, January 22, 2008

Aumenta em 48,4% número de internautas brasileiros

O volume de internautas residenciais ativos no Brasil chegou 21,4 milhões em dezembro de 2007, crescimento de 48,4% na comparação entre 2007 e 2006, quando o país registrava cerca de 14,4 milhões de usuários, segundo informações divulgadas pelo Ibope//NetRatings nesta quinta-feira (17/01). O crescimento de quase 50% na base de internautas poderia ter sido melhor - em dezembro, o número de usuários sofreu uma queda de 0,7% em comparação a novembro. Segundo a consultoria, o principal destaque da internet brasileira em durante 2007 foi o crescimento da categoria “Comércio Eletrônico” que, ao ver seu número de usuários saltar de 8,1 milhões de visitas únicas em 2006 para 12,2 milhões em 2007, experimentou crescimento de 50%. Serviços de e-commerce atingiram 57% dos internautas, crescimento de 2,5 pontos percentuais em comparação com novembro de 2007, de acordo com o Ibope.

Tuesday, January 15, 2008

Brasileiros de baixa renda compram mais pela internet

Uma pesquisa divulgada em São Paulo revela que o comércio eletrônico tem mais consumidores nas classes C, D e E do que nos grupos mais ricos. Segundo o levantamento, o número de famílias de classe baixa poderia ser ainda maior se os internautas confiassem mais nas vendas pela rede mundial de computadores.

Para o corretor de seguros Thiago Silva, Internet não é só um mundo virtual; afinal, o celular dele saiu por ali. E não foi só isso que ele comprou pela rede: “Já comprei uma máquina fotográfica digital, um monitor, jogos...”, enumera.

Thiago é o exemplo de um fenômeno recente: hoje, 51% das pessoas que fazem compras pela internet são das classes C, D e E. É o que revela uma pesquisa feita em São Paulo.

“Um dos motivos é a expansão do crédito: 67% dos cartões de crédito estão na mão das classes C, D e E, fazendo surgir um mercado potencial nunca visto”, explica o coordenador da pesquisa, Renato Meirelles.

As lan houses – casas onde se paga pra usar um computador – ajudaram a diminuir a distância entre as comunidades mais pobres e a Internet. Agora, 62% dos domicílios que têm Internet são das classes econômicas mais baixas.

As classes C, D e E poderiam consumir ainda mais pela Internet. Muita gente já tem as ferramentas pra isso – computador, acesso à rede e cartão de crédito – , mas ainda não confia muito nesse jeito de fazer compras. A pesquisa identificou que esses Internautas têm medo de usar o número do cartão de crédito, de pagar e não receber o produto e de não conseguir trocar, se for preciso.

O segurança João Carlos usa sempre a Internet, mas nunca comprou nada. “Minha preocupação é que pessoas de má fé possam ter acesso aos meus dados e clonar meu cartão”, justifica.

O levantamento também mostra que esses internautas têm dificuldade com os idiomas e os termos técnicos de informática e navegação. Por isso, o coordenador da pesquisa acha que as empresas que anunciam e vendem pela Internet terão que se adaptar ao novo público. “O mercado de baixa renda tem um caminho sem volta. Hoje, para cada criança das classes A e B, eu tenho 10 crianças das classes D e E. Ou seja: não dá para pensar no futuro sem olhar para o mercado de baixa renda, e as empresas que são líderes de mercado estão olhando”, afirma Meirelles.

Segundo a pesquisa, entre os internautas de baixa renda, 20% ficam pelo menos dez horas por semana na Internet. As informações são do Jornal Hoje.

Tuesday, December 04, 2007

B2W tem receita bruta de R$ 821 milhões no terceiro trimestre

Empresa resultante da fusão entre Submarino e Americanas.com tem alta de 37% em receita sobre o 3º trimestre do ano passado.

A B2W Companhia Global do Varejo, empresa resultante da fusão entre Americanas.com e Submarino, aprovada em dezembro de 2006, apresentou uma receita bruta de 821 milhões de reais no terceiro trimestre deste ano - crescimento de 37% sobre o mesmo período de 2006.

Nos primeiros nove meses deste ano, a receita bruta atingiu 2,3 milhões de reais, o que mostra uma alta de 45% em relação ao resultado, pró-forma, do mesmo período de 2006.

O lucro bruto da B2W, nos primeiros nove meses de 2007, foi de 487 milhões de reais - margem bruta de 30,2% da receita líquida da empresa. No mesmo período de 2006, a operação apresentou um lucro bruto de 335 milhões e 29,7% de margem bruta.

A fusão entre os dois maiores varejistas da internet brasileira foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no dia 7 de novembro.

Além das operações de Americanas.com e Submarino, o portifólio da B2W congrega as marcas Shoptime, Blockbuster Online, Ingresso.com, Submarino Finance e B2W Viagens, oferecendo 30 categorias de produtos e serviços oferecidos via internet, catálogos, TV e quiosques.

"Passados pouco mais de dez meses da fusão da Americanas.com e Submarino, o processo de identificação, mapeamento e implementação das sinergias encontra-se em estágio avançado, e a captura de ganhos concretos já impacta positivamente os resultados da B2W conforme demonstrado na margem EBITDA dos primeiros nove meses de 2007", analisa a empresa.

O EBITDA [lucro bruto menos as despesas operacionais, excluindo a depreciação e as amortizações do período] da B2W alcançou 220 milhões de reais nos primeiros nove meses de 2007 com crescimento de 63% em relação ao mesmo período de 2006.

A despesa operacional da companhia somou 267 milhões (16,6% da receita líquida) nos primeiros nove meses deste ano. Já no mesmo período do ano passado, a empresa teria uma despesa operacional de 199 milhões de reais (17,7% da receita líquida). No terceiro trimestre de 2007, os encargos representaram 15,4% da receita líquida da companhia.

Viagens e Blockbuster

Entre as estratégias destacadas no balanço da empresa, estão a expansão das operações de vendas de pacotes de viagens online para as marcas Americanas.com e Shoptime.

Em setembro de 2007, além do Submarino Viagens, a B2W iniciou as operações Americanas Viagens e Shoptime Viagens, ampliando os canais de vendas para quiosques na rede física Lojas Americanas, catálogo impresso e televisão.

O serviço de locação de DVDs online pelo site da Blockbuster, comprada pela Lojas Americanas em janeiro deste ano, também está nos planos da B2W e deve ser lançado no primeiro semestre de 2008, informa a companhia.

No terceiro trimestre, a empresa assinou um contrato para a construção de um "Novo Centro de Distribuição", que integrará os estoques de todas as marcas aliadas à B2W, e deve ser inaugurado no segundo semestre de 2008.

Wednesday, November 21, 2007

Falta de tempo, preços e variedade esquentam consumo on-line

Este vai ser um Natal on-line. O fator comodidade, os preços mais baixos que o das lojas "reais" e o maior número de pessoas com internet banda larga esquentam o comércio eletrônico neste final de ano.

A previsão é de que no Natal as vendas na internet tenham crescimento de 45% em relação ao ano passado, com faturamento de R$ 1 bilhão, segundo o site e-bit, com pesquisa de intenção de compra do Provar (Programa de Administração de Varejo, da Fundação Instituto de Administração), em parceria com o Canal Varejo.

Dos 2.000 consumidores entrevistados, 85,5% têm intenção de comprar pela rede. "Para quem já está incluso digitalmente, a internet passa a ser mecanismo de pesquisa de produtos e preços. As pessoas têm menos tempo disponível e a rede é usada para a compra que não provoca incerteza, caso de eletrônicos e eletrodomésticos", diz a economista Patrícia Vance, 40, coordenadora de pesquisa do Canal Varejo.

"Quem compra na internet procura preço e comodidade, algo essencial nos grandes centros urbanos, onde há dificuldades de transporte. O varejista virtual tem custos mais competitivos e pode repassar isso. O canal web tende a ser mais barato", diz David Lederman, consultor de web marketing.

A B2W Companhia Global do Varejo, resultante da fusão entre Americanas.com e Submarino, anunciou nesta semana seu balanço dos primeiros nove meses de 2007: crescimento de 45% em relação a 2006. Para o site de leilão virtual Mercado Livre, a receita do terceiro trimestre cresceu 72,4%.

As pequenas lojas on-line também venderam mais neste ano. A Camiseteria, site de camisetas criado em 2005, vendia em outubro de 2006 menos de mil peças por mês. Em 2007, o faturamento dobrou e os pedidos já batem a casa dos 2.200 por mês, diz Rodrigo David, 31, designer e sócio da loja.

O mesmo acontece com a Mubi, loja virtual especializada em música, há dois anos no ar. Em outubro do ano passado as vendas ficavam em torno de 300 por mês. Neste ano, chegam a mil, segundo Flávio Monteiro, 41, dono da Mubi.

Pesquisa de preços

O técnico de som Marcos Eagle, 42, é consumidor assíduo de lojas virtuais desde 2000. "Como não dirijo, é muito mais cômodo", diz ele, que faz supermercado, equipa a casa e até compra sementes de lavanda importadas para plantar, tudo pelo computador. A única coisa que ele ainda não pede pela internet é roupa. "É estranho não experimentar, não tocar".

Para Eagle, a vantagem do comércio eletrônico é o preço. "Sinto-me mais seguro comprando assim, porque pesquiso preços, o que seria impossível no mundo real. É difícil uma pessoa ir a dez lojas para depois comprar. Na internet, com um clique você descobre o produto mais barato", fala.

A empresária Laís Fróes, 38, é consumidora virtual desde 2001. "Primeiro, namoro o produto em alguma loja. Depois, pesquiso preços em sites e vejo onde está mais barato. Procuro comprar em sites tradicionais".

O DJ Luca Lauri, 35, consome na rede desde os primórdios. É adepto de sites como o Mercado Livre, onde acaba de comprar um computador e um fone de ouvido pela metade do preço de uma loja real. "Fico satisfeito com o serviço. A negociação é rápida e os vendedores são confiáveis, preocupados com sua reputação".

Wednesday, October 17, 2007

Internet vira ferramenta para comércio de jogadores. Veja!

O comércio na internet ou e-commerce, como é chamado, tem aberto caminho para milhares de idéias e serviços diferenciados que focam a comercialização dos mais variados produtos. De equipamentos eletrônicos e vestuário, a automóveis e fast-food. Hoje, praticamente todos os serviços e produtos disponíveis no mercado são negociados através de portais altamente instigantes ao consumo on-line.

A mais nova “sacada
e-commerce” no mundo virtual é a revelação e a demonstração de atletas de futebol através de vídeos, histórico e detalhes do atleta. O serviço oferece aos clubes, empresários e jogadores diferentes vantagens.

Os clubes ao acessarem, têm ao seu alcance mais de 1000 atletas entre amadores, profissionais e aspirantes, todos com vídeo e detalhes completos para uma avaliação do futebol de cada um. Mandando um e-mail o clube pode entrar em contato com o atleta através do site.

Os empresários podem cadastrar todos os seus atletas gratuitamente, utilizando toda a vitrine que o portal disponibiliza para divulgação dos mesmos. Os jogadores cadastram seu currículo aumentando em muito a possibilidade de serem vistos em diferentes mercados pelo mundo.

O portal oferece ainda a possibilidade de votar nos jogadores, selecionar os favoritos e indicar os vídeos para que outras pessoas possam ver. O endereço é www.bola10.com e possui versões em português, espanhol e inglês e possui telefone gratuito 0800 725 1510.

Monday, October 15, 2007

Como o Mercado Livre avançou mais do que a concorrência em 2006


Numa economia que cresceu menos de 3% como a brasileira em 2006, poucos setores podem se gabar de ter aumentado as vendas em quase 70% como o comércio eletrônico. A base de comparação era baixa, mas os R$ 4,6 bilhões atingidos em 2006 - quase 5% do volume movimentado pelo comércio como um todo - estão longe de ser desprezíveis. Dentro desse oásis, um número menor ainda de empresas pode comemorar o incremento de 81% nos negócios, como aconteceu com o Mercado Livre. A empresa movimentou US$ 1,1 bilhão no ano passado na América Latina, sendo que o Brasil respondeu por metade do total. Na comparação com a região o crescimento foi ainda maior, já que o comércio eletrônico latino-americano cresceu 40% em 2006. "Temos uma gama de consumidores e produtos muito variados", diz Stelleo Tolda, presidente do Mercado Livre no Brasil.


O trunfo para crescer mais do que a concorrência, que também se beneficiou com a inclusão digital, foi abrir o leque de negócios. Com sede na Argentina e sócia do grupo americano eBay, o Mercado Livre inaugurou operações na Costa Rica, Panamá e República Dominicana. A companhia criou também programas específicos para atender empresas que vendem pelo site. Nascido para abrigar leilões online, o Mercado Livre é hoje um portal de lojas das mais variadas áreas, que vendem 13 milhões de produtos - a maioria novos - para 18 milhões de consumidores cadastrados. Tamanha oferta fez com que se tornasse o sétimo site mais acessado do País e o primeiro em comércio eletrônico.


Mas há um porém em tamanho sucesso: a empresa tem recebido críticas da concorrência pelo fato de possibilitar o escoamento de produtos contrabandeados e até mesmo roubados. "Num site de leilões, pode-se comprar algo usado por um preço bom, mas também mercadoria contrabandeada", diz Gastão Mattos, consultor da Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico. "É preciso ter cuidado." O Mercado Livre sabe do problema e abre informações solicitadas pela Receita e Polícia Federal. "Também monitoramos o site, para verificar se os usuários estão agindo corretamente", diz Tolda.


Wednesday, October 03, 2007

Comparação dos determinantes de uma compra virtual





Diferenças de logística




E-commerce investe na logística de distribuição


Dos US$ 500 milhões previstos para investimentos em e-commerce no Brasil, US$ 200 milhões vão para aperfeiçoar os sistemas de logística das empresas

Conscientes da deficiência dos sistemas de entrega, os principais grupos financiadores de projetos de Internet já fazem investimentos pesados na logística de distribuição de e-commerce. O setor deverá receber 40% do capital previsto para a Internet no Brasil este ano, de acordo com levantamento da Comexnet (Comunidade de Comércio Exterior, Transporte e Logística), entidade que congrega 4 mil empresas da área de logística na América Latina.

Segundo a entidade, dos US$ 500 milhões reservados para investimentos na Rede, US$ 100 milhões irão para a área de logística de distribuição de B2B (venda entre empresas) e outros US$ 100 milhões para estruturação de logística de distribuição em B2C (vendas diretas ao consumidor).

O diretor da Comexnet Paulo Moreira ressaltou que o preço médio cobrado pelas transportadoras para a entrega de um produto é R$ 4, mas que são necessárias 70 remessas por veículo para que a empresa tenha lucro. Como na Web, o número de produtos vendidos por cliente ainda é baixo, o valor do frete permanece alto onerando o custo da distribuição.

Empresas de Logística já sentem o maior tráfego
Ainda assim, as empresas tradicionais de logística já sentem os efeitos das vendas on-line em suas atividades. Os Correios informam que o número de pacotes transportados em 1999 saltou de 6,8 bilhões, em 1998, para 7,4 bilhões.

O tráfego criado para empresas de moto-boys também cresceu. De 1998 até hoje, o número de empresas cresceu 275%, de 800 para 3 mil firmas, segundo o Setcesp (Sindicato de Transportes de Cargas de São Paulo e região). "Com a perspectiva de ampliar as atividades no e-commerce, estimamos crescimento de 15% em 2000 em nossa empresa", disse Luís Alexandre Duarte, dono da empresa Motoforte.

Os investimentos também vão para as empresas que procuram resolver especificamente os problemas de logística de distribuição em e-commerce.

É o caso do site Netenvios.com, um portal de entregas que recebeu um aporte de US$ 5 milhões em capitais da Citicorp, Merrill Lynch e Explorador, e atuará em toda a América Latina.

Regras de logística convencional não se aplicam à Web

A Internet mudou tudo no processo comercial, forçando as empresas a adotarem novas estruturas de estoques e canais de distribuição mais ágeis para agradar ao consumidor.


O e-commerce, existe na prática há apenas sete anos – desde que foi criado o primeiro programa de navegação na Web, o NCSA Mosaic –, mas muitas arestas ainda precisam ser aparadas para que o serviço funcione satisfatoriamente. O e-commerce cria uma nova realidade que não é contemplada pelas estruturas de logística convencionais, usadas no comércio "do mundo real".

Segundo Pedro Donda, presidente da Americanas.com, a Internet "transformou tudo, da venda entre empresas ao estoque e distribuição" de produtos ao consumidor. "Nas Lojas Americanas físicas, os centros de armazenamento ficam próximos ao cliente, em regiões centrais, mas na Internet isso não é preciso: a Americanas.com usa um único galpão, de 3 mil m², em Alphaville, para atender a todo o País."

Outro problema é o alto custo da entrega, já que as rotas são sempre diferentes e, na Internet, quase todas as compras são em pequeno volume.

A Web também exige grande estoque e variedade de produtos. "No Brasil, existem dificuldades para se comprar mercadorias em pequeno volume em curto espaço de tempo. Não funciona vender um produto e mandar buscá-lo no fornecedor para entregar ao cliente. É preciso tê-lo em estoque."

Diferenças locais.

Um fator limitador do e-commerce no País é o seu sistema de distribuição. "Nos EUA, os sites compram diretamente de grandes distribuidoras", comenta Donda. "Mas no Brasil, as distribuidoras são regionais ou segmentadas em áreas específicas. Além disso, atendem apenas a varejos de pequeno e médio portes. Não existe aqui uma gigante como a distribuidora Ingram, que permitiu que a Amazon estreasse com um estoque de 15 milhões de títulos. "Atualmente, a Americanas tem armazenados 60 mil produtos (10 mil itens diferentes) em seu galpão. Entrega na cidade de São Paulo em 24 horas, usando os serviços de várias transportadoras (conforme o tamanho do produto), entre os quais a Total Express, os Correios e a Kwikasair.

E-COMMERCE NO DIA DAS CRIANÇAS DEVE CRESCER 35%

Previsão está baseada no comportamento do setor este ano e na alavancagem de vendas de produtos “high-tech”

São Paulo, 02 de Outubro de 2007 – O período de vendas do varejo eletrônico para o “Dia das Crianças”, que vai de 28 de setembro a 12 de outubro, deve superar o faturamento do ano passado. Segundo levantamento da e-bit, empresa de informações sobre o comércio eletrônico, as lojas virtuais, às vésperas da data comemorativa, devem esperar por um crescimento de 35%, com faturamento aproximado de R$ 264 milhões em comparação aos R$ 196 milhões atingidos em 2006.

Embora o Dia das Crianças não seja a data mais aquecida do varejo no comércio eletrônico (atrás de Natal, Dia das Mães e Dia dos Pais), a expectativa é de que haja um crescimento significativo em relação a 2006 dada à performance do setor em 2007.

Na lista de produtos mais vendidos, eletrônicos, itens de informática, games e MP4 prometem estar entre os presentes preferidos pelas crianças nesse ano, o que reflete o “novo” desejo de consumo da geração “high-tech”. Mesmo assim, essas categorias devem vir abaixo dos livros – que se mantêm em primeiro lugar no ranking há pelo menos um ano e meio – e acima dos brinquedos, que costumam aumentar suas vendas, especialmente nessa época, conquistando uma melhor posição na tabela das categorias mais vendidas. Já para o segmento de Títulos de CDs, DVDs e Vídeos, a tendência é que as vendas continuem caindo – devido ao aumento do uso de formatos digitais.

“A expectativa da entrada de novos internautas em virtude da alavancagem de vendas de computadores e uso de banda larga trazem otimismo para o setor, pois significará mais consumidores virtuais. Continuamos com a boa maré do e-commerce para os próximos anos”, diz Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

Seguindo a tendência de maior gasto nas lojas virtuais pelos internautas, registrada no primeiro semestre de 2007, a expectativa é de que para a data comemorativa haja um aumento de 3% no tíquete médio em relação a 2006. Isso resulta num valor aproximado de R$ 300,00 – em 2006 esse valor era R$ 293,00 –, mesmo com deflação de 1,92% no canal web, conforme levantado pelo índice e-flation do Provar (Programa de Administração do Varejo da USP e o Canal Varejo).

Thursday, May 03, 2007

Dia das Mães deve movimentar R$ 255 milhões no comércio eletrônico

Data promete aumentar em 45% o faturamento das lojas virtuais

Segundo o acompanhamento que a e-bit faz do comércio eletrônico brasileiro, o Dia das Mães deve movimentar, no período de 26 de abril a 12 de maio, aproximadamente R$ 255 milhões, o que representa um crescimento de cerca de 45% em relação ao faturamento obtido em 2006, R$ 176 milhões.

“A data comemorativa que é a mais aguardada pelo varejo no primeiro semestre deve ter o seu volume de vendas elevado principalmente devido ao aumento no número de e-consumidores aliado à maior freqüência de compras no canal por parte daqueles que já possuem o hábito de efetuar compras pela rede”, afirma Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

Entre as diversas categorias de produtos que podem ser adquiridas pela internet nesse período, costuma-se observar uma significativa elevação nas vendas de produtos característicos à data como cestas de café da manhã, perfumes e cosméticos, flores, eletrodomésticos, eletroportatéis e eletrônicos como televisores e aparelhos de som.

“No Dia das Mães, assim como no resultado demonstrado no primeiro trimestre, os aparelhos celulares também deverão estar em alta representando uma boa opção de presente para a data”, revela Guasti.

Com relação ao valor que os filhos devem gastar para presentear suas mães, a previsão é que fique em torno de R$ 300, aumento de aproximadamente 5% em relação ao tíquete médio do ano passado para o período.

Pensando em facilitar a vida de quem pretende presentear suas mães, as lojas virtuais costumam oferecer brindes e descontos nesses dias. Além disso, muitas delas facilitam o pagamento em até 24 vezes, não cobram o frete e apostam no vale-presente para os indecisos.